Engana-se que pensa que ter saúde é apenas não estar doente ou praticar exercícios regularmente e ter uma alimentação saudável. A Organização Mundial de Saúde traz o conceito de saúde como um

COMPLETO ESTADO DE BEM-ESTAR FÍSICO, MENTAL E SOCIAL,

e não somente ausência de doenças. Esse conceito pode ser repensado uma vez que um completo estado de bem-estar é decerto uma utopia, ou, como eu prefiro pensar, algo a ser analisado e exercitado todos os dias.

Podemos enxergar o bem-estar físico não pelo modelo de boa forma a ser seguido, dieta da vez, treino da moda, mas por uma visão de completude e de prazer quando lidamos com nosso corpo, com nossa beleza individual. Buscar um bem-estar físico não é ditar normas ou medidas de cintura, quadril, bíceps, etc., mas entender que precisamos de um cuidado, e que cada um, cada corpo dita o que é necessário ou não para sua saúde.

Ao que se refere ao bem-estar mental, temos aí um desafio muito grande, pois precisamos estar conscientes de sua importância em nossas vidas. Muitos interpretam o bem-estar mental pela dicotomia sanidade x loucura, quando, na verdade, saúde mental vai muito além disso. Quantos de nós vivemos ansiosos, estressados, desmotivados? E o quanto esses comportamentos e sentimentos interferem no nosso dia-a-dia, nas nossas relações e no funcionamento do nosso corpo?

E, por fim, a importância do bem-estar social, este ainda pouco compreendido e pouco conhecido por muitos, nos mostra vivemos hoje numa época de fragilidade em nossas relações, sociedades cada vez mais violentas, vínculos afetivos muitas vezes enfraquecidos e inconsistentes, a insegurança do desemprego cada vez mais presente no nosso cotidiano. Portanto, é necessário que exercitemos nossa saúde social, nossa espiritualidade, as relações com nossos familiares, vizinhos, amigos.

Entender que saúde não se atribui apenas à ausência de doenças, mas engloba saúde mental, fisiológica, social, financeira, espiritual, familiar, requer um exercício contínuo de autoanálise, de autoconhecimento.

É necessário entender que não existe um padrão de a ser seguido, uma vez que falar em saúde é falar de complexidade, de individualidade, de comportamentos, necessidades e limites de cada um.

Você, o que pensa sobre isso?

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